
Pelo segundo ano consecutivo – e pela 12ª vez (!) no total, o Tupi sagrou-se campeão do 43º Campeonato Brasileiro Interclubes de Futebol de Mesa – Regra Três Toques, disputado nos últimos sábado, dia 24, e domingo, dia 25 de maio, na AABB DF.
No dia 26 de maio, o Tupi Futebol Clube completou 116 anos de fundação.
A valorizada conquista nacional na modalidade veio, portanto, um dia antes da data de aniversário do alvinegro do bairro Santa Terezinha.
Até difícil de falar: Carijó é do-de-ca-cam-pe-ão (12 vezes!)
A conquista veio com vitória por 3 a 1 sobre o Flamengo, o que levou o clube juiz-forano segrar-se dodecacampeão: doze títulos conquistados desde desde a primeira vitória em 1988.
AABB DF terminou em terceiro e a ADMB (Matias Barbosa – MG) ficou na quarta posição.
A tradicional competição nacional reuniu 66 técnicos de 14 equipes que, além do Distrito Federal, representaram os estados de Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. Foram dois dias de disputas muito equilibradas.
Finalistas ficaram só em terceiro na fase inicial
Tupi e Flamengo trilharam percursos sinuosos para chegar à decisão. Tanto que os dois finalistas terminaram em terceiro em seus respectivos grupos na primeira fase. No Grupo A, o Alvinegro avançou com quatro vitórias e duas derrotas. No B, a campanha do Rubro-Negro somou quatro vitórias, um empate e uma derrota. Com essas campanhas, as duas equipes teriam que reverter a vantagem do empate para a equipe adversária nas quartas de final e nas semifinais, o que acabou se concretizando.
Vencer “contra” a vantagem do empate valoriza título alvinegro
“Após a primeira fase, tínhamos grandes chances de ir até a final, se a gente chegasse lá, sem a vantagem de empate, e, no campeonato de equipes, a vantagem do empate pode ser fundamental. No nosso primeiro mata-mata, a gente já pegou o Vasco, um time superforte com Evandro, Juninho, Diego e Éder. Conseguimos vitória por 2 a 0, nossa primeira reversão da vantagem do empate. Na semifinal, pegamos a AABB A, para a qual havíamos perdido na primeira fase, que tinha Toninho, Alcides, Marcelo Silva e André Brandão. Conseguimos reverter de novo, mas dessa vez por 1 a 0. Chegamos à final contra o Flamengo, que jogava pelo empate, e acabou 3 a 1 para nós, mas com placares apertados, e qualquer um que fizesse um gol poderia ter mudado a história do campeonato. Então foi um campeonato de superação”, relata o botonista Leonardo Stumpf.
Texto editado pelo Toque de Bola, a partir de texto inicial e informações enviados ao Toque de Bola pelo jornalista Thiago Stephan
Fotos: Divulgação
Edição final: Ivan Elias – Toque de Bola

