Mais de dois meses se passaram desde que a UFJF fez seu último jogo pela primeira fase do Campeonato Mineiro de Vôlei. As atenções mudaram para a Superliga Masculina, onde o time vem de quatro derrotas consecutivas e terminou o primeiro turno fora do G8. Agora, a Federal tem que voltar a pensar no Estadual. Neste sábado, 21, às 11h, o time, em Contagem, enfrenta o Sada/Cruzeiro pela semifinal da competição. Apesar de admitirem que o principal objetivo da temporada é a Superliga, os jogadores fazem coro e dizem que desejam chegar à final do Estadual.
“Queremos a final”
A UFJF terminou a fase de classificação do Mineiro na quarta colocação. Foram duas vitórias, por 3 a 2 sobre o Pirapora/Montes Claros e 3 a 0 sobre o Olympico Mart Minas e outras duas derrotas, por 3 a 0 para o Sada/Cruzeiro e 3 a 1 diante do Vivo/Minas. Pela semifinal, o time volta a enfrentar a equipe do Cruzeiro, que terminou a primeira fase na liderança. Mesmo contra um adversário difícil, o levantador e capitão da UFJF, Danilo Gelinski, acredita que a equipe tem condições de buscar a vaga na final da competição, que é um dos objetivos do grupo.
“É um jogo muito complicado contra o Cruzeiro, mas nós sabemos que temos condições de chegar nessa final que é um dos nossos objetivos também e a gente vem trabalhando forte, com a cabeça boa, com o pensamento de que a gente tem tudo pra conseguir essa classificação”, disse o levantador.
Central da UFJF, Victor Hugo também acredita na classificação e disse que a responsabilidade é maior para a equipe de Belo Horizonte.
“Nós vamos buscar essa vaga. Vai ser um jogo em que a responsabilidade vai estar do outro lado, porque jogam em casa, são os campeões mundiais, vice-campeões brasileiros, e a gente tem que jogar solto e fazer o melhor voleibol possível lá”, afirmou Victor Hugo.
No meio da Superliga
O Campeonato Mineiro de Vôlei era para ser um preparatório para a Superliga, porém devido a participação do Cruzeiro no Mundial de Clubes as finais que seriam nos dias 26 e 27 de outubro tiveram que ser adiadas. Mas, segundo Gelinski, isso não atrapalhou o planejamento da equipe.
“Não atrapalhou. A gente sabia que isso poderia acontecer, porque o calendário foi meio complicado no começo, então nós sabíamos que essas finais poderiam ser agora. E pode até ser um jogo bom, além de ser importante, para gente testar alguma coisa nova, botar em prática o que a gente vem treinando pra não ficar tanto tempo parado, porque se não tivesse jogo esse fim de semana, seria só no dia 28”, afirmou.
Texto: Mari Sequeto