ONTEM E HOJE
Acuado e aplaudido
O treinador Zé Ricardo, que outro dia foi assediado e quase agredido em aeroporto do Rio (dirigia o Botafogo e já tinha sido demitido), agora é recebido com muita festa e aplausos, em aeroporto de Fortaleza.

Fartura e contenção
O dirigente Celso Barros, de volta ao Fluminense, e agora sem “aquela” verba da empresa que dirigia, enumera contratações: Muriel, Nenê, Wellington Nem e Lucão. Se o tricolor comparar com tempos de Fred, Deco e os “Thiagos” (Silva e Neves)…

Popstar e isolado
Neymar no PSG. Chegada apoteótica, transação bilionária que já justificavam com lucro das camisas vendidas em tempo recorde. Agora: treina separado, enquanto seu destino parece se resolver numa mesa de carteado.
Tecnologia e repulsa
Recurso de vídeo na arbitragem no Brasil. Aguardada até com ansiedade, pela chance de diminuir as injustiças não reparadas por olhos humanos, o VAR tupiniquim é, até aqui, uma tragicomédia. Faltam critérios. Sobram vaidades e dúvidas. Na prática: se o torcedor suspeitava de três, agora desconfia de oito.
Euforia e dúvida

Muitas palmas para o reencontro entre Tupi e Tupynambás, em janeiro, no Campeonato Mineiro. Justo! Dupla local medindo forças, depois de longas décadas, na primeira divisão estadual. Hoje, se o Baeta, mesmo longe do mar de rosas, ainda vislumbra um novo Mineiro na elite, o Carijó encerra temporada melancólica no futebol, após sequência de desatinos e cenário de abandono.
Texto: Ivan Elias
Fotos: Lucas Merçon/Fluminense – Franck Fife-AFP e Patrocínio Photo Studio